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Apple e EMI acordam venda de música sem protecção

Categoria(s): Notícias

A EMI, que hospeda os artistas Robbie Williams, Coldplay e Pink Floyd, informou que tornará as músicas de seu catálogo disponíveis sem as restrições anti-pirataria que tornam complicado o uso das faixas.

O acordo é uma evidência da popularidade dos leitores de música digital. O MP3 é um formato de áudio aberto que permite aos utilizadores compartilharem faixas com outros. A indústria da música, até agora, vinha evitando o formato, preferindo as tecnologias que fornecem alguma forma de protecção contra a cópia do conteúdo.«Acreditamos que oferecer aos consumidores a oportunidade de comprar faixas de qualidade maior e ouvi-las no aparelho da sua escolha é uma medida que irá incentivar as vendas de música digital», afirmou à Reuters o presidente executivo da EMI, Eric Nicoli.

A EMI citou a elevada procura dos consumidores por música de alta qualidade, tanto em sistemas de som domésticos, como em telemóveis ou leitores de mp3 portáteis. A gravadora informou que a iTunes será a primeira loja online a usar seu novo modelo mundial de preços para músicas de alta qualidade sem DRM.

No início de 2007, o presidente da Apple, Steve Jobs, pediu às quatro grandes gravadoras mundiais, entre as quais a EMI, para começarem a vender canções online sem software de protecção contra cópias.

Jobs argumentava que parecia não haver benefício para as gravadoras em vender mais de 90% da sua música em CD sem DRM, enquanto vendiam o pouco restante via online, recorrendo a incómodos sistemas de protecção.

Outras lojas online devem decidir nas próximas semanas se venderão músicas da EMI nos formatos AAC, WMG ou MP3 com duas vezes a qualidade sonora dos downloads disponíveis actualmente, informou a gravadora.

A Apple informou que vai cobrar pelas músicas da EMI com qualidade de som maior e sem DRM os preços de 1,29 dólares, 1,29 euros e 99 centavos de libra, dependendo da região. Clientes que já tenham comprado faixas ou álbuns com tecnologia DRM poderão actualizar para as novas versões sem protecção.

Conforme esperado, não houve anúncios de ofertas de músicas dos Beatles na loja da Apple, conforme alguns especialistas chegaram a prever quando a EMI informou no domingo que faria um anúncio conjunto com criadora do popular player digital iPod.

A EMI vem operando como distribuidora dos trabalhos dos Beatles desde o começo dos anos de 1960, mas a Apple Corps, holding musical do grupo, vem sendo uma das gravadoras mais resistentes à adesão a serviços de Internet como o iTunes.

«Estamos a trabalhar nisso», disse o presidente executivo da EMI, sem arriscar fazer previsões.
A EMI, que hospeda os artistas Robbie Williams, Coldplay e Pink Floyd, informou que tornará as músicas de seu catálogo disponíveis sem as restrições anti-pirataria que tornam complicado o uso das faixas.

O acordo é uma evidência da popularidade dos leitores de música digital. O MP3 é um formato de áudio aberto que permite aos utilizadores compartilharem faixas com outros. A indústria da música, até agora, vinha evitando o formato, preferindo as tecnologias que fornecem alguma forma de protecção contra a cópia do conteúdo.

«Acreditamos que oferecer aos consumidores a oportunidade de comprar faixas de qualidade maior e ouvi-las no aparelho da sua escolha é uma medida que irá incentivar as vendas de música digital», afirmou à Reuters o presidente executivo da EMI, Eric Nicoli.

A EMI citou a elevada procura dos consumidores por música de alta qualidade, tanto em sistemas de som domésticos, como em telemóveis ou leitores de mp3 portáteis. A gravadora informou que a iTunes será a primeira loja online a usar seu novo modelo mundial de preços para músicas de alta qualidade sem DRM.

No início de 2007, o presidente da Apple, Steve Jobs, pediu às quatro grandes gravadoras mundiais, entre as quais a EMI, para começarem a vender canções online sem software de protecção contra cópias.

Jobs argumentava que parecia não haver benefício para as gravadoras em vender mais de 90% da sua música em CD sem DRM, enquanto vendiam o pouco restante via online, recorrendo a incómodos sistemas de protecção.

Outras lojas online devem decidir nas próximas semanas se venderão músicas da EMI nos formatos AAC, WMG ou MP3 com duas vezes a qualidade sonora dos downloads disponíveis actualmente, informou a gravadora.

A Apple informou que vai cobrar pelas músicas da EMI com qualidade de som maior e sem DRM os preços de 1,29 dólares, 1,29 euros e 99 centavos de libra, dependendo da região. Clientes que já tenham comprado faixas ou álbuns com tecnologia DRM poderão actualizar para as novas versões sem protecção.

Conforme esperado, não houve anúncios de ofertas de músicas dos Beatles na loja da Apple, conforme alguns especialistas chegaram a prever quando a EMI informou no domingo que faria um anúncio conjunto com criadora do popular player digital iPod.

A EMI vem operando como distribuidora dos trabalhos dos Beatles desde o começo dos anos de 1960, mas a Apple Corps, holding musical do grupo, vem sendo uma das gravadoras mais resistentes à adesão a serviços de Internet como o iTunes.

«Estamos a trabalhar nisso», disse o presidente executivo da EMI, sem arriscar fazer previsões.





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